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Menina de 10 anos morre após disparo de espingarda dentro de casa em Sinop

Menina brincava com o irmão em um quarto onde havia uma espingarda carregada; arma teria disparado após cair no chão, e o caso será investigado pela Polícia Civil.

Publicado em 16 de Outubro de 2026 às 10:15

Uma menina de 10 anos morreu após ser atingida por um disparo de espingarda dentro da própria residência, na tarde desta quinta-feira (15), no bairro Jardim Araguaia, em Sinop, a cerca de 503 quilômetros de Cuiabá. A principal suspeita é de que o tiro tenha sido acidental, mas as circunstâncias do caso ainda serão investigadas pela Polícia Civil.

Segundo informações preliminares repassadas ao Corpo de Bombeiros, a criança brincava com um dos irmãos em um quarto onde havia uma espingarda carregada. A arma teria caído no chão e disparado, atingindo a menina na cabeça.

A equipe de resgate foi acionada para atender à ocorrência, mas, ao chegar ao imóvel, constatou que a criança já estava sem sinais vitais. De acordo com o médico do Corpo de Bombeiros Irumuara Interaminense, os socorristas receberam inicialmente a informação de que uma menina havia sido atingida por um tiro supostamente acidental.

No local, os profissionais verificaram que o ferimento atingiu uma região vital da cabeça, impossibilitando qualquer tentativa de reanimação. A menina foi encontrada deitada no quarto.

O médico ressaltou que a informação sobre a queda da espingarda e o possível disparo acidental foi repassada à equipe durante o atendimento, não sendo uma conclusão pericial sobre a dinâmica do ocorrido.

Família estava na residência

Conforme as informações preliminares, a mãe, o padrasto e outros dois irmãos da menina estavam na casa no momento do disparo. Nenhum deles ficou ferido.

Até o momento, não foram divulgadas informações sobre quem era o proprietário da espingarda, como ela estava armazenada ou o que teria provocado sua queda. Também não há confirmação sobre a situação do registro da arma ou eventual responsabilização de algum adulto.

Caso será investigado

Após constatar a morte da criança, o Corpo de Bombeiros acionou a Polícia Civil e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), responsáveis pelos procedimentos investigativos e periciais.

As autoridades deverão apurar como ocorreu o disparo, em quais condições a espingarda era mantida na residência e quem tinha acesso ao armamento. Embora a hipótese inicial seja de acidente, ainda não há elementos suficientes para determinar definitivamente a dinâmica da tragédia.

O caso chama a atenção para os riscos da presença de armas de fogo carregadas em ambientes frequentados por crianças. A investigação deverá esclarecer as circunstâncias da morte e verificar se houve eventual responsabilidade pelo ocorrido.

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